Palestrante: Isabel dos Guimarães Sá  - (Universidade do Minho e investigadora integrada do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da mesma universidade (CECS))

Data: 30/09/2021 as 18hs

WhatsApp Image 2021 09 09 at 12.03.59

Resumo: Ainda que competisse à Coroa estimular a fundação e proteger as misericórdias – que viriam a ser as principais instituições de caridade em Portugal e no seu império-, as suas possibilidades de as custear eram limitadas, passe a ausência de um sistema unificado de impostos e a constante mobilização de recursos para outras despesas (militares, de representação, tenças, etc.). Dessa forma, as instituições tinham de proceder a uma angariação constante de recursos, quer através de esmolas e doações inter-vivos, mas sobretudo a partir da captação de heranças e legados dos defuntos. Conventos, abadias, igrejas paroquiais, ordens terceiras, confrarias, hospitais, e Misericórdias contavam com o património dos mortos para sobreviver. Sob a forma de terras, muitas vezes vinculadas, padrões de juro, propriedades urbanas, mas também através do dinheiro procedente da venda de recheios de casas e quintas (animais, alfaias, móveis, jóias, roupas), e pessoas escravizadas. Bens convertidos em dinheiro, por sua vez gasto em celebrações em prol da salvação da alma, entre as quais se incluíam as práticas de caridade, ainda que numa proporção menor do que as celebrações litúrgicas. É esse universo de dádivas e contra-dádivas que será explorado ao longo do seminário, partindo do estudo de caso da Misericórdia do Porto.

 

Para se inscrever clique aqui.

Para acessar a sala de eventos clique aqui.

Palestrantes: Jerònia Pons Pons (Universidad de Sevilla)/ Margarita Vilar Rodríguez (Universidad de A Coruña)

Data: 02/09/2021 as 14hs.

 

WhatsApp Image 2021 08 27 at 09.52.00

Resumen: La historiografía internacional ha destacado la participación del sector público y privado en la gestión, el financiamiento y la cobertura como uno de los factores clave para clasificar los modelos hospitalarios. Sin embargo, esta diferenciación no es tan clara en algunos países, como el caso de España, donde existe una relación estrecha, a veces más de colaboración y otras más de competencia, según el período histórico, entre el sector hospitalario público y privado. A partir de este contexto, nuestra Investigación englobada en nuestro proyecto titulado "(referencia: RTI2018-094676-B-I00, financiado por FEDER y el Ministerio de Ciencia e Innovación - Agencia Estatal de Investigación) analiza esta compleja relación, en España, en una perspectiva de largo plazo.

 

Para se inscrever clique aqui.

Para acessar a sala de eventos clique  aqui.

Página 1 de 2